Make
Ferramenta · a análise detalhada foi elaborada a partir das páginas oficiais páginas da própria plataforma e das ferramentas auxiliares.
Veja também: como ler as fichas и sobre as fontes e sobre o método.
Visão geral
Make é uma ferramenta de conexões: um serviço fica sabendo de um evento, outro responde a ele, e entre os dois há um cenário montado sem programação. No catálogo ele pertence à automação: não publica nada por conta própria, mas pode publicar por você nos lugares onde a plataforma oferece acesso programático.
Os planos são anunciados em uma página de preços aberta, e o mais importante neles não é o valor, e sim a unidade de contagem. Aqui não se paga por plataformas nem por contas, e sim por operações: cada passo do cenário consome uma.
Quem está aqui
A ferramenta não apresenta números de audiência na sua página de preços.
Como começar
Existe um plano gratuito, e ele permite experimentar a ferramenta de verdade: até 1000 operações por mês e dois cenários ativos.
Mas há nele uma limitação mais importante que o número de operações: o intervalo mínimo entre execuções é de quinze minutos. O cenário não será acionado com mais frequência, por mais operações que ainda restem. Para tarefas em que a resposta precisa vir na hora — responder a uma mensagem, capturar um pedido —, o plano gratuito não serve pelo seu desenho, não pelo seu volume.
O que dá para publicar
Seção não aplicável: Make não é uma plataforma, e sim um intermediário entre plataformas. O que exatamente se pode publicar é definido pela plataforma para onde vai a publicação.
Como crescer
Seção não aplicável pelo mesmo motivo.
O caminho até a monetização
Seção não aplicável: a ferramenta não paga aos autores; é ela que recebe.
Ferramentas e automação
São quatro planos com nome mais um por acordo:
- Free — 1000 operações por mês, 2 cenários, intervalo de 15 minutos;
- Core — 9 USD por mês por 10 000 operações;
- Pro — 16 USD pelo mesmo volume;
- Teams — 29 USD pelo mesmo volume;
- Enterprise — preço por acordo, o volume de operações não é citado na página.
Aqui vale parar um momento: Core, Pro e Teams não se diferenciam pelo volume, e sim pelos recursos. Os três são oferecidos pelas mesmas 10 000 operações. Compará-los pelo preço por operação não faz sentido — o preço por operação é o mesmo neles, o que muda é o resto.
Em todos os planos pagos o intervalo mínimo entre execuções é de um minuto, e o número de cenários ativos não tem limite.
Limites e regras
O intervalo de quinze minutos do plano gratuito é a única limitação de frequência citada na página de preços.
Para quem serve
Make serve para quem quer conectar vários serviços e está disposto a contar operações: o consumo é previsível e o preço é dado por uma unidade compreensível.
O plano gratuito serve para verificar uma ideia, mas não para um trabalho em que a resposta precisa chegar em menos de quinze minutos.
Ao escolher entre Core, Pro e Teams, olhe não para o volume — ele é o mesmo —, e sim para o que falta a você no plano inferior.
Dados verificados da base
Dados verificados resumidos em que se apoia a análise detalhada.
Quanto custa
há plano gratuito: até 1000 operações («credits») por mês, 2 cenários ativos, intervalo mínimo entre execuções de 15 minutos
O intervalo de quinze minutos é a principal limitação do plano gratuito: o cenário não roda com mais frequência, por mais operações que ainda restem
fonte, verificado 2026-08-11
9 USD por mês pelo plano Core (10 000 operações); Pro — 16 USD, Teams — 29 USD pelo mesmo volume
Os preços são indicados para um mesmo volume de 10 000 operações: a diferença entre os planos não está no volume, e sim nos recursos
fonte, verificado 2026-08-11
quatro planos nomeados — Free, Core, Pro, Teams — e o Enterprise com preço sob consulta
A página não indica o volume de operações do Enterprise
fonte, verificado 2026-08-11
Limites e restrições
nos planos pagos, o intervalo mínimo entre execuções de um cenário é de 1 minuto, e o número de cenários ativos é ilimitado
fonte, verificado 2026-08-11
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